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NUNES, ex-atacante do Clube de Regatas do Flamengo-RJ, Fluminense FC-RJ, Fluminense de Feira de Santana-BA, Santa Cruz-PE, Monte Rey-México, Botafogo-RJ, Santos FC-SP, Atlético Mineiro, Náutico-PE e Seleção Brasileira.

 

 

João Batista Nunes de Oliveira, o Nunes nasceu no dia 20 de maio de 1954, na cidade de Feira de Santana no Estado da Bahia.

Nunes é um ex-atacante, ídolo da torcida rubro-negra, e que ficou mundialmente conhecido como Artilheiro das Decisões, muito em virtude, dos dois gols marcados contra o Liverpool em 1981 e que fizeram do Flamengo Campeão Mundial naquele ano.

Nascido em Feira de Santana (BA), Nunes, o Cabelo de Fogo, começou a fazer gols pelo Fluminense baiano.

Aqui em 1969 Garrincha e Nunes que seria o Artilheiro das Decisões do Flamengo, Nunes jogou a preliminar pelo Fluminense de Feira de Santana.

 

Aos 15 anos, se mudou para o Rio de Janeiro e ingressou no juvenil do Flamengo, mas, ao estourar a idade de juniores, foi descartado pelos diregentes rubro-negros.

Depois foi para o Confiança de Aracaju de Sergipe, onde jogou de 1974 até 1975.

O atacante se profissionalizou no Confiança, e o Santa Cruz de Recife, atento, logo contratou o jogador que viria a ser um dos grandes goleadores do Tricolor e o de maior projeção na história do clube em termos de Seleção Brasileira.

Jogou no Santa Cruz de 1975 até o ano de 1978.


Estréia pelo Santa: 31/07/75 - Sport 1x1 Santa Cruz
Ficha do Jogo
Competição: Campeonato Pernambucano (3° Turno).
Local: Ilha do Retiro; Juiz: Roberto Caúla.
Público: 30.097; Renda: Cr$ 412.705,00.
Gols: Ramon, Assis.


Sport: Toinho, Marcos, Pedro Basílio; Alberto e Cláudio Mineiro; Luciano, Assis Paraíba e Garcia; Miltão, Dario e Peri. Técnico: Duque.
Santa Cruz: Jair, Renato, Lima, Queiroz e Pedrinho; Carlos Alberto, Givanildo e Mazinho; Fumanchu (Nunes), Ramon e Santos (Pio). Técnico: Carlos Frôner.

A estréia aconteceu num clássico das multidões, no finalzinho do Pernambucano-75, em jogo válido pelo 3° Turno.

 

No memorável Brasileiro-75, no qual o Santa foi semifinalista, a melhor campanha de um time pernambucano na competição e a primeira vez que um nordestino chegava a tal fase, Nunes, ainda um jovem de 21 anos, teve participação discreta na campanha, marcando dois gols.

A concorrência com Ramon, artilheiro do Brasileiro-73, era desleal. Ao lado de Fumanchu, Ramon foi o goleador do Santa com oito gols.

O primeiro e único título do Cabelo Fogo pelo Santa seria o bissuper, em 76.

Nunes no Ataque do Santa

 


Naquele ano, as três torcidas estavam empolgadas, porque, além do Santa(4° colocado), Sport(11°) e Náutico(13°) tiveram boa participação no campeonato nacional de 75.

O rubro-negro, de Dario, artilheiro do certame com 30 gols, levou o primeiro turno; o Santa, sem Ramon e Fumanchu negociados, faturou o segundo e o Náutico surpreendentemente ganhou o último turno.

Antes de chegar no supercampeonato, porém, grandes goleadas, como a de 11x0 frente ao Íbis, com 7 gols de Volnei, e especialmente os 5x0 no Sport, onde Nunes marcou aos 45 segundos, justificando o apelido de "atacante invisível", marcaram a campanha do Santa.

Na decisão entre os três grandes, Santa e Náutico venceram o Sport, por "apenas" 2x0 e 1x0 respectivamente.

No jogo mais aguardado do campeonato, o Tricolor fez de novo 2x0 num Arruda abarrotado.

Cerca de 62.711 pessoas compareceram ao Colosso, isso porque na época só existia o anel inferior e a polícia proibiu a entrada de mais torcedores.

Nunes marcou o gol que abriu caminho para a vitória e nas palavras de Waldemar Carabina, técnico do Náutico, "foi um gol incrível, não havia condições dele fazer".

Mesmo isolado, lutando contra dois zagueiros (Sidclei e Geraílton) num momento de pressão do timbu, ele deixou sua marca, embora nem fosse necessário, pois o Santa jogava pelo empate. Jadir, prata-da-casa, fechou o caixão.

Um fato curioso é que essa conquista foi a primeira de Ênio Andrade como técnico de futebol.

Nunes, por sua vez, não poupou nas promessas: viajou até Salvador para pagar promessa ao Senhor do Bonfim e depois partiu rumo a Aracaju a fim de "quitar a dívida" com Santo Antônio, enqüanto os outros jogadores mantiveram a tradição de ir ao morro da Conceição, no Recife mesmo.

Ao fim do campeonato, Nunes, mesmo ausente de alguns jogos devido a uma contusão, contabilizou 14 gols em 28 jogos.
Após o Bissuper, grandes campanhas do Santa em Brasileiros marcaram a passagem de Nunes.

 

Em todas elas, chegando muito próximo de alcançar a fase semifinal.

A perfomance mais fraca (11°) do tricolor enqüanto Nunes esteve no Arruda aconteceu justamente quando todos estavam eufóricos com a conquista de mais um título estadual.

No Brasileiro-76, tudo transcorria bem, o Mais Querido caminhava a passos largos em direção às semifinais, mas na última fase de grupos, o Santa não ficou entre os dois melhores que se classificavam para tal fase.

No decorrer do campeonato, a ausência de Givanildo -vendido ao Corinthians -era sentida, e uma goleada sofrida contra o Inter, que viria a ser bicampeão, abalou o grupo.

Nunes marcou 9 gols, mas também abriu espaço para Betinho fazer os mesmos 9 gols e ser artiheiro da equipe.

Para o Brasileiro-77, o Cabelo de Fogo foi relacionado pela CBD entre aqueles que não poderiam ser vendidos para o Exterior.

Em mais um Brasileirão, a torcida confiava novamente em uma grande campanha, apesar do fracasso do time(3°) no Pernambucano-77, que teve Nunes como artilheiro, bem a frente dos demais.

Nunes na Revista Placar

 

Na primeira fase do certame nacional, um grupo de 10 times, em que cinco passavam, com o Santa terminando em terceiro, atrás de Palmeiras e São Paulo.

Destaque para as goleadas frente a Treze (6x0) e CRB (5x1), onde Nunes anotou cinco gols somando os dois jogos.

Na fase seguinte, nova classificação, dessa vez em segundo lugar numa chave com cinco clubes.

Chega então a última etapa de grupos, de onde só o campeão continuaria, com destino às semifinais.

Além do Santa Cruz, Palmeiras, América-RJ, Desportiva-ES, Remo e Operário-MS compunham o grupo, no qual o alviverde paulista era considerado franco favorito.

Eis que então, na penúltima rodada, o Palmeiras, atual líder, recebe o Santa no Pacaembu com mais de 62 mil pessoas, e vê sua chance de passar à semifinal praticamente acabar.

Com um jogador a menos desde o primeiro tempo, Nunes foi expulso, mas antes já tinha marcado seu golzinho, o Santa não tomou conhecimento do Palmeiras de Jorge Mendonça e fez 3x1 com mais dois de Fumanchu, que voltara ao Santa junto com Givanildo.

Nunes fazia gols mesmo, e tinha um forte chute com a esquerda e a direita.

 

Enqüanto isso, no Rio, o Operário vencia o América-RJ e se transformava no principal concorrente à vaga.

Na última rodada, os dois jogavam em casa, Santa x Remo e Operário x Palmeiras, o Mais Querido tinha vantagem, 8 pontos contra 7, mas, naquela época, vitória com diferença igual ou maior de dois gols valia três pontos.

Jogando sem Nunes, suspenso, o Santa vencia por 2x0, resultado que lhe garantia a classificação, enqüanto que o Operário também ganhava pelo mesmo placar.

No entanto, relembrando 75, quando o Santa sofreu um gol no "apagar das luzes" e viu a final do campeonato escapar entre os dedos, um gol de Mesquita, a favor do Remo, aos 43 minutos do 2° tempo, fez com que os dois terminassem empatados em pontos, com o Operário levando vantagem no saldo, dois a mais.

Um fato triste, mas que não apaga mais uma campanha memorável, projetando Nunes de vez no cenário nacional.

Na Bola de Prata da Placar, Lula (quarto-zagueiro), Givanildo (médio-volante) e Fumanchu (ponta-direita) ficaram em segundo, sexto e quarto, nas suas respectivas posições, além de Nunes ter sido o terceiro como centroavante.

 


Por fim, o Brasileiro-78, disputado no primeiro semestre, onde o Santa estabeleceu uma marca imbatível até hoje.

 

Foram 27 jogos seguidos sem perder.

A primeira derrota só veio acontecer nas quartas-de-final, para o Inter de Porto Alegre, eliminando o clube pernambucano, que ficou na quinta posição.

Nunes esteve em campo em apenas 12 oportunidades, por causa da Seleção, deixando sua marca 11 vezes.

Média de quase um gol por partida. Ao lado dele, Fumanchu e Joãozinho, advindo do mesmo Confiança do Cabelo de Fogo, formaram uma das melhores linha de frente de toda história do clube das multidões.

 


Com o fim do Brasileiro, no dia 30/08, Nunes, que foi comprado por 320 mil cruzeiros após os tricolores vencerem a concorrência de Vasco e Náutico, foi vendido junto com Luiz Fumanchu ao Fluminense por 11 milhões de cruzeiros.

Assim, acabava a relação do Santa Cruz e um dos artilheiros que mais deixou saudades na torcida e que mais tarde brilharia no clube mais popular do país.


Santa Cruz em 1978

Da esquerda para a direita: Joel Mendes, Carlos Barbosa, Givanildo, Paranhos, Pedrinho, Alfredo Santos, Agachados: Fumanchu, Betinho, Nunes, Wilson Carrasco e Joãozinho.

 

NUNES NA SELEÇÃO


A menos de três meses para o ínicio da Copa-78, na Argentina, Cláudio Coutinho, técnico do escrete canarinho, divulgou a lista dos convocados para os amistosos preparativos do Mundial.

 

Entre os 21 nomes estava Nunes.

O anúncio, feito na sede da CBD (hoje CBF), às 13 horas, no ínicio de março, gerou comoção nacional e o atacante tricolor foi considerado uma surpresa.

A imprensa carioca pedia Roberto (Dinamite), apesar da má fase e de ter marcado apenas 7 gols no Brasileiro.

Serginho (Chulapa) era a aposta dos jornalistas paulistas, mas o atacante dependia de um julgamento decorrente da indisciplina do jogador que, ao contrário do atacante do Vasco, passava por bom momento e viria a ser campeão Brasileiro pelo São Paulo.

A unanimidade era Reinaldo do Atlético-MG.
Lista anunciada, a torcida e a mídia esportiva aguardavam pelos amistosos contra combinados, clubes e seleções européias.

Reinaldo era o centroavante titular, enqüanto Nunes ia entrando no decorrer dos jogos e deixando os seus golzinhos.

Até que, mais uma vez substituindo Reinaldo, Nunes marcou o único tento da vitória brasileira frente a Alemanha Ocidental, atual campeã do mundo, em Hamburgo.

A partir daí, o Cabelo de Fogo assumiu a posição de Reinaldo que já vinha sendo perseguido pelas constantes contusões.

Nunes também deixou sua marca em amistosos contra a Internazionale, de Milão, e o Atlético, de Madri.

No dia 13/05/78, a 21 dias da estréia na Copa do Mundo,num amistoso da Seleção Brasileira contra a Seleção Pernambucana, Nunes atuaria pela última vez pelo Brasil (e como jogador do Santa) antes de ser cortado.
A justificativa era médica, porém os tricolores não engolem essa história até hoje. O médico Lídio toledo (o mesmo do caso Ronaldo na Copa-98) é o acusado pela torcida.

Comenta-se que ele teria apertado o gesso no tornozelo de Nunes mais do que devia.

O fato é que Roberto substituiu o Cabelo de Fogo, atendendo aos apelos da imprensa carioca, já revoltada com a não convocação de Paulo César (Caju) do Botafogo.

Os números, no entanto, credenciavam o atacante tricolor, que marcou no Brasileiro de 77 (com fim em março de 78) o dobro de gols do atacante vascaíno, 14x7, fechando na terceira colocação da tábua de artilheiros, atrás apenas de Reinaldo e Serginho.

Na Bola de Prata da Placar, o centroavante Nunes também ficou em terceiro, novamente perdendo somente para Reinaldo e Serginho, enqüanto que Roberto foi o décimo primeiro melhor centroavante do campeonato.

No fim das contas, Reinaldo não agüentou a dor nos meniscos e Roberto não o substituiu à altura.

Nunes, dito pela Revista Placar "nosso melhor centroavante, sem discussão", voltava a jogar pelo Santa no dia 10/06, contra o Fluminense, já pelo Brasileiro de 78, apenas dois depois do segundo do jogo do Brasil na Copa, um empate por 0x0 diante da Espanha.

 

Além disso, depois da eliminação brasileira da Copa que culminou no primeiro título mundial da Seleção argentinha, Cláudio Coutinho disse que o Brasil foi o campeão moral, por sair invicto, e muitos tricolores se viraram contra a Seleção.

Esse é só mais um episódio mal explicado envolvendo a seleção da CBF.

"Nunes é para o Santa o que Pelé foi para o Santos."

- Disse: Rodolfo Aguiar, presidente do Santa Cruz no biênio 79/80.

Em 1978, foi jogar no Fluminense, onde jogou até 1979.

 

 

Abaixo encontro de craques: Nunes pelo Fluminense com zico no Flamengo no FLA FLU de 05/11/1978, onde o Flamengo goleou o Fluminense por 4 x 0

 

Ainda em 1979 foi jogar no Monterrey, do México, jogando até 1980.

Esquecido no hemisfério norte, o atacante foi contratado pelo Flamengo, e estreiou no Clube em 1980.

Aqui em seu primeiro Título Brasileiro no Flamengo em 1980.

Em pé: Andrade, Marinho, Raul, Rondineli, Carlos Alberto e Júnior;

Agachados: Tita, Adílio, Nunes, Zico e Júlio César "Uri Geller".

 

 

 

 

Seu espírito, sua raça, e o faro de gol, fizeram com que rapidamente se identificasse com a torcida rubro-negra.

E não eram apenas gols em simples jogos.

Eram decisivos.

O artilheiro garantiu, pelo menos, quatro títulos ao Fla.

O Campeonato Brasileiro de 1980, o Estadual de 1981, o Mundial Interclubes no mesmo ano, e o Campeonato Brasileiro novamente, em 1982.

 

 

 

 


O gol de Andrade nos 6 x 0 no Botafogo em 1981 foi o gol da vingança

O torcedor botafoguense alfinetou durante nove anos o flamenguista por causa da goleada do alvinegro por 6 a 0 sobre o rubro-negro, em 1972.

Mas no dia 8 de novembro de 1981 foi o jogo da vingança.

O Flamengo devolveu o resultado: 6 a 0.

Foto= Jornal dos Sports arquivo de Marcelo Dieguez

 

O Flamengo jogou aquela partida com: Leandro, Raul, Mozer, Figueiredo, Andrade e Júnior;

Agachados: Tita, Adílio (depois entrou Chiquinho), Nunes, Zico (depois entrou Baroninho), e Lico.

Foto= arquivo de Marcelo Dieguez

 

Em pé: Raul, Mozer, Marinho, Nei Dias, Júnior e Andrade;

Agachados: Lico, Leandro, Nunes, Zico e Adílio.

 

 

 

Depois de tanto sucesso, o João Danado deixou a Gávea e foi jogar no Botafogo em 1983, jogando até 1984.

 

Mas retornou ao Flamengo em 1984 e conquistou novos títulos, como a Taça Guanabara de 1984 e em outro retorno conquistou o Brasileiro de 1987.

Ao total, Nunes atuou por oito anos na Gávea, participando de 214 jogos e marcando 99 gols.

Nunes é jogador da equipe FlaMaster do Flamengo.

Nunes conquistou muitos títulos:

 

 

 

 

 

Marcelo Dieguez já conseguiu registrar entrevistas em vídeo com : Raul Plassmann ( 2 entrevistas ), Marinho ( 3 entrevistas ), Tita ( 1 entrevista ), Carpegianni 1 entrevista e Andrade (1 coletiva da Homenagem na Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro).

 

Foto= arquivo www.flaestatistica.com.br

 

Aqui o segundo jogo dos 3 jogos das Finais da Libertadores de 1981.

Goleiro: Raul

Lateral-Direito: Leandro
Zagueiro: Marinho
Zagueiro:Mozer
Lateral-Esquerdo: Júnior

Volante: Adílio
Volante: Andrade
Meia: Zico

Ponta de Lança: Tita
Ponta de Lança: Lico
Centroavante: Nunes

Técnico: Paulo César Carpeggiani


Reservas: Cantarelli, Figueiredo, Peu, Anselmo, Nei Dias e Baroninho.

 

Em 1985 Nunes foi jogar no Náutico.

Ainda em 1985 foi jogar no Boa Vista de Portugal.

Ainda em 1985 voltou ao Brasil para jogar no Santos.

Em 1986 foi jogar no Atlético Mineiro.

Ainda jogou pelo Volta Redonda em 1987.

Nunes ainda faria mais 2 partidas pelo Flamengo em 1990, 1 empate no jogo com World Cup Masters, e onde no último jogo marcou 2 na Seleção Carioca, na vitória de 4 x 2 mostrando que é artilheiro mesmo.

Marcas:

Artilheiro do Campenato Sergipano (1974 - 17 gols),

do Pernambucano (1977 - 23 gols),

do Brasileiro (1981 - 16 gols) e

do Campeonato Mineiro (1986 - 26 gols).

Pela Seleção Brasileira foram 13 jogos e 8 gols.

Desses, 11 jogos e 7 gols como jogador do Santa Cruz.

Defendendo o Santa, foram mais de 84 gols, sendo 43 pelo Brasileiro em 72 jogos, de 75 a 78.

Com isso, ele é o maior artilheiro do Santa Cruz em Brasileiros.

Características: Chutava forte com as duas pernas, sempre bem posicionado, raçudo, oportunista, trombador, movimentação constante, ágil, tinha boa condição física, ótimo no jogo aéreo, insistente e, acima de tudo, impetuoso.

Conhecido também como o artilheiro invisível, porque surgia de repente, sem ser percebido, cara-a-cara com o goleiro.

Ficha de Nunes no Flamengo

Nome Completo: João Batista Nunes de Oliveira
Data de Nascimento: 20 de Maio de 1954
Cidade: Feira de Santana (BA)
Posição: Atacante

Número de Jogos: 214, com passagens de 80 a 90
Número de Gols: 99

1° Jogo: 30 de Março de 1980 (Flamengo 2x2 Ponte Preta) - 1 Gol

Anos Time
1975-1978 Santa Cruz
1978-1979 Fluminense
1979-1980 Monterrey-MEX
1980-1983 Flamengo
1983 Botafogo
1984 Flamengo
1985 Santos
1986 Atlético MG
1986 Náutico
1987 Flamengo
1990 Flamengo
1978-1980 Seleção Brasileira

Títulos

Flamengo

Taça Guanabara: 1980, 1981, 1982 e 1984
Campeonato Carioca: 1981
Campeonato Brasileiro: 1980, 1982, 1983 e 1987
Taça Libertadores: 1981
Mundial Interclubes: 1981

Santa Cruz-PE

Campeonato Pernambucano 1976

Náutico-PE

Campeonato Pernambucano de 1985

Atlético MG


Campeonato Mineiro: 1986

Prêmios

Bola de Prata - Revista Placar - (1981)

Bola de Prata - Revista Placar - (1981)

Estatísticas no Flamengo


1980 foram 19 gols em 48 jogos.
1981 foram 51 gols em 68 jogos.
1982 foram 12 gols em 40 jogos.
1984 foram 16 gols em 42 jogos.
1987 foram 6 gols em 19 jogos.


Total de 99 gols em 214 partidas.

Artilheiros

TOP 20

19º maior artilheiro com 99 gols

Marcas:

Artilheiro do Campenato Sergipano (1974 - 17 gols),

do Pernambucano (1977 - 23 gols),

do Brasileiro (1981 - 16 gols) e

do Campeonato Mineiro (1986 - 26 gols).

Pela Seleção Brasileira foram 13 jogos e 8 gols.

Desses, 11 jogos e 7 gols como jogador do Santa Cruz.

Defendendo o Santa, foram mais de 84 gols, sendo 43 pelo Brasileiro em 72 jogos, de 75 a 78.

Com isso, ele é o maior artilheiro do Santa Cruz em Brasileiros.

Características: Chutava forte com as duas pernas, sempre bem posicionado, raçudo, oportunista, trombador, movimentação constante, ágil, tinha boa condição física, ótimo no jogo aéreo, insistente e, acima de tudo, impetuoso.

Conhecido também como o artilheiro invisível, porque surgia de repente, sem ser percebido, cara-a-cara com o goleiro.

Curiosidades:

*Em julho de 78, Nunes foi indicado, numa pesquisa realizada pela Rede Globo e divulgada no programa Fantástico, como titular absoluto da camisa 9 do Brasil na preferência do povo.

*Atuando pelo Flamengo, na decisão do Campeonato Brasileiro de 80, contra o Atlético-MG, Nunes, no final da partida, driblou o zagueiro Silvestre e chutou, quase sem ângulo, fazendo 3 a 2 para o clube carioca.

O ex-jogador criou uma história para o lance:

-Eu disse para o Silvestre: olha lá o Cristo, e ele se distraiu. Por isso, eu passei por ele e fiz o gol -, brinca.

 

 

Abaixo 5 Integrantes do Flamengo Campeão Mundial de 1981.

Aqui os amigos Nunes, Mozer, Zico, Adílio e Junior

 

Aqui em 1969 Garrincha e Nunes que seria o Artilheiro das Decisões do Flamengo, Nunes jogou a preliminar pelo Fluminense de Feira de Santana.

 

 

Publicado por: Murilo Dieguez

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Fonte de Pesquisa:

Entrevista exclusiva de Nunes para O Historiador do Futebol

acervo www.historiadordofutebol.com.br

Homenagem 30 ANOS DO MUNDIAL DO FLAMENGO;

Fotos acervo particular Marcelo Dieguez;

www.flamengo.com.br

reliquiasdofutebol.blogspot.com.br

jornalheiros.blogspot.com

blogdosantinha.com

futebolartebrasil.blogspot.com;

Marcos Velloso do blog idolosdosanta.blogspot.com.br

Revista Placar, 85 Anos de Bola Rolando (Givanildo Alves),

Diario de Pernambuco,

o pesquisador Carlos Celso Cordeiro;

terceirotempo.ig.com.br;

esporte.uol.com.br;

www.gazetaesportiva.net;

www.infonet.com.br;

www.geocities.com/;;

www.blogger.com/comment.g?blogID=15291486&postID=112904734200762796&isPopup=true;

www.rsssf.com;

www.sambafoot.com.br

oglobo.globo.com

 

 

Nunes Campeão Mundial pelo Flamengo em 1981, e fazendo 2 gols nos 3 x 0 contra o Liverpool.

Aqui Marcelo Dieguez e Nunes o Artilheiro das Decisões do Flamengo, foto tirada em 2002 na Sala de Troféus dos anos de 1999 até 2001.

Nunes foi o primeiro jogador do Flamengo que conhecemos, vejam a emoção ao conhecer o primeiro Ídolo do Flamengo, cheguei a ficar suado.

Foto= www.historiadordofutebol.com.br

 

Aqui já foi em 2004 antes do Treino do Flamengo na Gávea.

Foto= www.historiadordofutebol.com.br

Aqui já foi em 2009 antes da Homenagem que Andrade recebeu na Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro, ao fundo a Presidente eleita Patrícia Amorim.

Foto= www.historiadordofutebol.com.br

Aqui já foi em 2009 antes da Homenagem que Andrade recebeu na Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro.

Foto= www.historiadordofutebol.com.br

 

 

 

"Nunes, você faz parte da história do futebol, e eu seu amigo Marcelo Dieguez, O Historiador não vou deixar sua história ser esquecida".