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LUIZINHO, ex-atacante e ponta direita do Água Verde-PR.

 

 

Luizinho, Luis Antoniassi, nasceu em Curitiba-PR, no dia de novembro de 1938.


No dia 18 de fevereiro de 1959, um sábado, Luizinho, com 20 anos de idade, fez sua estreia com a camisa número 9 do Água Verde.


Luizinho, o avante que jogava no comando de ataque e na ponta direita, marcou dois gols na vitória de 3 x 1 sobre o Palestra Itália - o primeiro logo aos 18 minutos da etapa inicial.

 

 

O time jogou com Pianowski; Antoninho e Zaleski; Ferramenta, Ganz e Café; Ismael, Pacífico, Luizinho, Lineu e Dinho.

Outro Água Verde de 1960= Américo, Mariano, Ganz, Fonti, Ferramenta, Café.

Lineu, Pito, Luizinho ,Mario Costa, Didico.

 

 


Era o começo de uma paixão pelo clube que ia durar toda a carreira e o resto da vida.

 

Água Verde de 1959, Titure, Pacífico, Ganz, Fontini, Tião e Mariano.

Calita, Vadico, Luizinho, Mário Costa e Mingo

 

 

Considerado um dos maiores atacantes do clube, hoje ele mora no bairro Seminário e relembra sua história no futebol.

“Foi o único time profissional de minha vida. Eu vim do Botafogo das Mercês no final de 1958 e fiquei até o fim de 1965”, recorda.

Abaixo Luizinho assinando contrato com o Água Verde.

 

 


No Botafogo, que ia decidir o título da suburbana com o Trieste, Luizinho era o cara, apresentado como uma das grandes atrações do cotejo.

Com direito a foto na primeira página da Tribuna na véspera da decisão da Copa do Mundo de 1958, logo abaixo de uma ilustração com o rosto de Mané Garrincha.

Ele estava com tudo.


Em seguida ele foi para o Água Verde e nunca mais saiu.

Abaixo figurinha de Luizinho autografada

 

 

“Eu me identifiquei com o time”, diz. As razões para ficar toda carreira profissional no clube foram muitas. “O diretor Valdomiro Perini foi meu padrinho de casamento e eu fui padrinho da filha dele. Ficamos todos amigos. Eram outros tempos”, diz.

Abaixo o Água Verde de 1960.

 

 

Abaixo o Água Verde de 1960, mesma foto porém mais clara.

 

 


O gol mais bonito de Luizinho foi num jogo contra o Primavera, no campo do Coritiba.

“Foi um gol de bicicleta num dia chuvoso. Nós ganhamos de 2 x 1. Nunca me esqueço”, relembra.

Assim como também não esquece o maior aborrecimento.

Numa partida contra o Coritiba estava em jogo a Taça dos Invictos.

O Água Verde passou sem derrota o primeiro turno.

A primeira partida do returno estava dura.

Luizinho marcou um gol de cabeça e o juiz anulou.

O Coritiba marcou dois, o Água Verde diminui e no final da partida teve um pênalti.

Luizinho bateu e não converteu. “Foi o único pênalti que perdi na vida”, diz.

 

 


Outra partida inesquecível para Luizinho foi na decisão do campeonato paranaense de 1963.

O Ferroviário ganhava do Água Verde por 2x1 e Luizinho foi deslocado para a ponta direita pois estava machucado e não conseguia mais se movimentar bem.

Porém uma bola sobrou para ele aos 42 minutos do segundo tempo, deu um chutaço de fora da área e empatou a partida.

 

Abaixo o Água Verde em jogo contra o Seleto de Paranaguá, onde o marcador ficou 0 x 0

 

 

No jogo seguinte o Ferroviário ganhou de 1x0 e tornou-se campeão, mas o grande gol de Luizinho ficou para a história do clube e do futebol paranaense.


Por ironia, quando o Água Verde foi campeão em 1967, Luizinho tinha pendurado as chuteiras, mas estava nos bastidores. “Eu sempre belisquei, nunca fui campeão”, diz.

Abaixo 2 Ídolos do Água Verde, Luizinho Antoniassi e Pacífico.

 

 

Mas com suas atuações fez história no Água Verde dos anos 1960.

 

Abaixo Luizinho no vestiário do Água Verde

 

 

 

 

 

Publicado por: Murilo Dieguez

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Fonte de Pesquisa:

acervo www.historiadordofutebol.com.br;
Entrevista Exclusiva de Luizinho para O Historiador Luiz Fernando Evaristo;

acervo do jogador Luizinho;

acervo do Historiador Luiz Fernando Evaristo;

 

 

 

Abaixo Luizinho e o amigo e Historiador Luiz Fernando Evaristo

 

 

 

 

"Luizinho, você faz parte da história do futebol, e eu seu amigo Marcelo Dieguez, O Historiador não vou deixar sua história ser esquecida".