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JUNINHO, ex-meia-direita do Santos FC-SP, Botafogo-RJ, Grêmio-RS, Necaxa-México, União São João de Araras-SP, Otsuka-Japão, Araçatuba-SP, Matonense-SP, Santa Cruz-PE e América-SP.

 

 

 

Irineu Parmigiani Júnior, o Juninho, nasceu no dia 29 de outubro de 1966 na cidade de Neves Paulista-SP.

Meia-direita revelado pelo Santos nos anos 80.

Abaixo Juninho e Sérgio Dias no Santos

 

No Santos Juninho foi Campeão Paulista em 84.

 

 

Como jogador, Juninho foi um meio-campista habilidoso e que ao lado de César Sampaio, no final da década de 90, era uma das principais promessas do Santos Futebol Clube.

Em 1987, ele foi emprestado ao Palmeiras.

arquivo do acervo do www.historiadordofutebol.com.br

 

Disputou 48 jogos com a camisa do Verdão e marcou três gols.

Abaixo o Palmeiras Campeão do Primeiro Turno do Campeonato Paulista de 1987, onde vemos em pé: Dino, Ditinho, Vágner, Márcio Alcântara, Renato e Zetti;

Agachados: Júnior (Juninho), Gérson Caçapa, Guina, Edu e Mauro.

arquivo do acervo do www.historiadordofutebol.com.br

 

 

Não seguiu no Palestra Itália porque o Santos não aceitou nenhum tipo de acordo para liberá-lo em definitivo.

Abaixo a mesma foto do Palmeiras Campeão do Primeiro Turno do Campeonato Paulista de 1987, onde vemos em pé: Dino, Ditinho, Vágner, Márcio Alcântara, Renato e Zetti;

Agachados: Júnior (Juninho), Gérson Caçapa, Guina, Edu e Mauro.

arquivo do acervo do www.historiadordofutebol.com.br

 

Juninho retornou à Vila Belmiro, mas não conseguiu levar o Peixe a uma conquista.

Ele era uma das poucas andorinhas no Santos, que tinha equipes muito limitadas naquela época, jogou com Sócrates quando o Doutor jogou pelo Peixe.

Abaixo o Santos no Paulistão de 1988, arquivo do acervo do Historiador Rogério Michailev

 

Abaixo o Santos no Paulistão de 1989, arquivo do acervo do Historiador Rogério Michailev

Juninho deixou o Santos no começo dos anos 90.

 

Depois em 1990 foi para o Botafogo, onde jogou até o ano de 1991.

Foi jogar no México no Necaxa ainda em 1991.

Ele voltou ao Botafogo em 1992.

E depois ainda em 1992 defendeu o Grêmio, onde jogou até 1993.

Juninho no Grêmio

Em pé: Ademir Maria, Mabilia, Carlos Miguel, Grotto, Luciano, Lira, Wagner, Chicão, Jandir e Emerson. Agachados: Caçapa, Carlinhos, Marcos Severo, Caio, Juninho e Alaércio.

Colaboração: Elton Felipe Etges/Jornal Folha do Mate de Venâncio Aires-RS

Jogou 2 anos no Japão no Otsuka da cidade de Tokushima.

Ficou no Otsuka de 1995 até 1996.

Jogou no União São João de Araras-SP em 1997.

Jogou no Araçatuba-SP.

Jogou na Matonense-SP.

Jogou depois na Santa Cruz-PE.

Abaixo matéria da chegada de Juninho no Santa Cruz de Recife em 1998.

JUNINHO - Irineu Parmigiani Júnior, o mais novo reforço do Santa Cruz, chegou no final da manhã de ontem dia 28 de julho de 1998 ao Recife, realizou exames médicos à tarde e depois foi treinar, exercitando apenas a parte física.

Aos 31 anos, Juninho começou a carreira no Santos, onde foi campeão paulista em 84, passou depois pelo Palmeiras, Necaxa (México), Grêmio/RS, Botafogo/RJ, dois anos no Japão, União São João de Araras, Araçatuba e seu último clube foi a Matonense, este ano. Juninho disse que apura a forma rapidamente e quer jogar logo.

Juninho disse que é mais um meia de arrumar jogadas para os finalizadores. "Gosto de me movimentar, abrir espaços, chegar tocando a bola, minha média por ano é de seis a oito gols", revelou

Juninho encerrou a carreira no América de São José do Rio Preto, em 2000.

O ex-meia é casado e pai de dois filhos: Leonardo e Thiago.

Juninho tem bom relacionamento com times do Japão, onde jogou.

Por isso, ele já conseguiu levar para a Terra do Sol Nascente o técnico Gallo (ex-Santos e Portuguesa).

Irineu Parmigiani Júnior, o Juninho, mora hoje no bairro do Jardim Anália Franco, zona leste de São Paulo, e trabalha como empresário de jogadores.

 

 

Publicado por: Murilo Dieguez

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Fonte de Pesquisa:

Rogério Micheletti do site terceirotempo.bol.uol.com.br de Milton Neves;

www2.uol.com.br

acervo www.historiadordofutebol.com.br 

 

 

 

 

 

"Juninho, você faz parte da história do futebol, e eu seu amigo Marcelo Dieguez, O Historiador não vou deixar sua história ser esquecida".