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JULINHO, ex-goleiro do Hercílio Luz, Joinvile, Criciúma, União Bandeirante, Comercial de Ribeirão Preto, Marília, Nove de Julho e Matsubara.

 

 

 

Ijuranei Pinter de Barcelos, o Julinho como é conhecido no meio esportivo, nasceu no dia 30/09/1944 na cidade de Tubarão em Santa Catarina.

 

 

Julinho aqui quando foi goleiro do União Bandeirante.

Foto= arquivo pessoal de Julinho

 

 

 

À esquerda Julinho quando foi técnico do Novorizontino.

 

Foto= arquivo pessoal de Julinho

 

 

 

Começou sua carreira de goleiro no Hercílio Luz em 1966.

Em 1967 já estava atuando no Joinvile.

Foto= arquivo pessoal de Julinho

 

Foto= arquivo pessoal de Julinho

 

Foto= arquivo pessoal de Julinho

Fotos= arquivo pessoal de Julinho

 

 

E em 1968 jogava no Comerciários, que futuramente se tornaria o Criciúma, e foi no Comerciários que Julinho ganhou seu primeiro título, sendo Campeão Catarinense.

Fotos= arquivo pessoal de Julinho

Ficou no Criciúma até 1972, quando se transferiu para o União Bandeirante no Paraná, onde jogou muito bem e com muitos bons jogadores do futebol brasileiro.

Fotos= arquivo pessoal de Julinho

Foto= arquivo pessoal de Julinho

Foto= arquivo pessoal de Julinho

Foto= arquivo pessoal de Julinho

Foto= arquivo pessoal de Julinho

Fotos= arquivo pessoal de Julinho

Foto= arquivo pessoal de Julinho

 

 

 

 

Depois prosseguiu sua carreira jogando agora no Comercial de Ribeirão Preto no Estado de São Paulo.

Foto= arquivo pessoal de Julinho

 

Continuou sua carreira ainda no Estado de São Paulo, mas agora no Marília.

Fotos= arquivo pessoal de Julinho

 

Depois voltou novamente ao Paraná para jogar no Nove de Julho de Cornélio Procópio.

Foto= arquivo pessoal de Julinho

 

E depois transferiu-se para o Matsubara, onde encerrou sua carreira de goleiro.

 

E no Matsubara começou sua carreira de Preparador físico, após ter se formado em Educação Física.

Depois foi para o Londrina junto com o técnico Armando Renganeschi, que depois o levou também para o Corínthians.

 

Aqui aparecem Armando Renganeshi e Julinho antes do treino do Corínthians.

Foto= arquivo pessoal de Julinho

 

 

Currículo

 

 

No Corínthians permaneceu até 1981, exercendo a função de Auxiliar Técnico.

E no mesmo ano de 1981 passou a exercer a profissão de Treinador de Futebol.

Em 1982 foi técnico do Londrina;

1983 foi técnico do Paulista de Jundiaí;

1984 foi técnico do Santo Andrá;

1985 foi técnico do União Bandeirante;

1986 foi técnico do XV de Piracicaba;

1987 foi técnico do G.E. Novorizontino;

1988 foi técnico do Londrina novamente;

1989/1990 foi técnico do Operário de Ponta Grossa-Pr;

1990 foi técnico do Atlético Paranaense;

1991 foi técnico do Novorizontino;

1991 foi técnico do Coritiba;

1992 foi técnico do Santo André novamente;

1993 foi técnico da Inter de Limeira;

1994/1995/1996 foi técnico do Operário de Ponta Grossa novamente;

1997 foi técnico do Figueirense de SC;

1998 foi técnico do Comercial de Campo Grande no Mato Grosso do Sul.

 

Títulos como técnico:

 

Campeão Paulista com o Corínthians em 1979;

Campeão Paranaense da Segunda Divisão com o União Bandeirante em 1985;

Vice-Campeão Brasileiro da Série B com o Atlético Paranaense em 1990, subindo para a primeira divisão;

Bi-Campeão da Segunda Divisão do Paranaense em 1994 e 1996 com o Operário de Ponta Grossa;

Campeão Estadual do Mato Grosso do Sul com o Comercial de Campo Grande em 1998.

 

 

Julinho morava em Bandeirantes no Paraná, onde recebeu Marcelo Dieguez para uma entrevista exclusiva e histórica para contar a história de sua carreira que foi brilhante.

 

Aqui Julinho, Renganeschi e Franchelo quando estavam no Londrina, esta foto é a do jogo contra o Vasco em São Januário que o Londrina venceu.

Fotos= arquivo pessoal de Julinho

 

 

 

Publicado por: Murilo Dieguez

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Fonte de Pesquisa:

Entrevista exclusiva de Julinho para Marcelo Dieguez,

acervo de fotos de Julinho,

acervo www.historiadordofutebol.com.br

 

 

 

 

 

 

 Abaixo Marcelo Dieguez, Betão e Julinho 

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"Julinho, você faz parte da história do futebol, e eu seu amigo Marcelo Dieguez, O Historiador não vou deixar sua história ser esquecida".