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GRILO, ex-atacante do Água Verde-PR, Bangu-RJ, Portuguesa Santisa-SP, Atlas do México.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Newton Gonçalves dos Santos, o Grilo nasceu no dia 1º de julho de 1935 na cidade de Curitiba no Estado do Paraná.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Era um atacante rápido, e recebeu o apelido por ser um exímio cabeceador.

 

 

 

 

Foto= Luiz Fernando Evaristo

 

 

 

 

 

 

 

 


Começou sua carreira jogando no Água Verde, aonde atuou de 1952 a 1954.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foto= Luiz Fernando Evaristo

 

 

 

 

 


Foi contratado pelo Bangu, em 1955, para formar dupla de ataque com o grande Zizinho.

 

 

 

 

 

 

 

 

Foto= Luiz Fernando Evaristo

 

 

 

 

 

 

 

Das tabelinhas entre os dois saíram muitos gols quando o Bangu foi campeão do Torneio Initium, de 1955.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foto= Luiz Fernando Evaristo

 

 

 

 

 

Jogou por este clube carioca até 1956, quando foi contratado pela Portuguesa Santista em 1957.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Abaixo Grilo em 1959 na Portuguesa Santista Campeã da Fita Azul, onde Grilo aparece agachado, sendo o segundo da direita para a esquerda.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

De 16 de abril a 28 de maio de 1959, a Portuguesa fez vitoriosa excursão à África portuguesa, visitando Moçambique e Angola, de onde trouxe 11 taças de prata, 16 galhardetes e uma salva de prata, e principalmente a Fita Azul, por ter vencido as quinze partidas que disputou.

 

O feito foi amplamente comemorado: Santos parou para recepcionar os jogadores que desfilaram em carros abertos pelas ruas centrais. Eram eles: Carlito, Perinho, Raul, Pixú, Jorge, Nicola, Gonçalo, Guilherme, Grillo, Valdo, Andu. O técnico: Filipo Nuñes.

 

 

 

 

A delegação da Portuguesa desembarcando em Santos, do navio holandês “Ruys”, em 11/06/1959. O time campeão foi recepcionado calorosamente por uma multidão na cidade. Os jogadores desfilariam em carro de bombeiro pelas ruas de Santos, e aclamados como heróis.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Recepção apoteótica em Santos aos jogadores "fita azul" que chegavam da África em 1959
Foto: revista especial do 57º aniversário do clube, 1974

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Portuguesa vivia o que, talvez, tenha sido o melhor momento da história do clube, quando a equipe participou de uma excursão para a África do Sul.

 

 

Jogadores em 1959 desfilaram pelo centro de Santos, em carro de bombeiros, tendo atrás o carro das Organizações Vítor Costa (OVC)/Rádio Nacional para transmitir a festa
Foto: revista especial do 57º aniversário do clube, 1974

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Briosa entrou em campo 15 vezes e venceu todas, marcando incríveis 75 gols. A inesquecível campanha deu à Portuguesa a "Fita Azul do Futebol", título concedido pela Confederação Brasileira de Desportos (CBD), a atual Confederação Brasileira de Futebol (CBF), ao clube que voltasse invicto do exterior.

 

Além da Portuguesa, oito equipes brasileiras possuem a honraria, entre elas o Santos, Corinthians, Coritiba.

 

Portuguesa Santista venceu 15 jogos no exterior e
ganhou a Fita Azul (Foto: Reprodução / TV Tribuna)

 

 

Aqui vemos Grilo onde aparece com os braços cruzados

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Antigos jogadores relembram com carinho os bons momentos da Briosa.

 

 

 

 

 


Abaixo parte de matéria do site: www.falasantos.com.br sobre a Excursão da Portuguesa Santista conquistando a Fita Azul, Texto de :


Frederico Souza de Queiroz Assis
Professor do curso de Relações Internacionais da ESAMC Santos. Bacharel em Relações Internacionais (2005-2009) e mestre em História Social pela Universidade de São Paulo (USP). Foi bolsista de iniciação científica da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) e da CNPq do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Estudos sobre os Estados Unidos (INCT-INEU – CEDEC/San Tiago Dantas).

 

Contudo, a viagem internacional que melhor projetaria a imagem da Lusinha ocorre em 1959, quando o escrete santista desembarcou em terras do continente africano. O êxito da campanha proporcionou ao clube a honra de deter a “Fita Azul do Futebol Brasileiro”, título honorário concedido pela CBD (Confederação Brasileira de Desportos, entidade responsável pela organização dos esportes no Brasil, entre 1919 e 1979; a partir daí se marcaria o surgimento da CBF, Confederação Brasileira de Futebol, por meio de um decreto da FIFA, que exigia que o futebol fosse gerido por entidades exclusivas ao esporte) aos clubes que permanecessem invictos pela maior série de jogos em campanhas no exterior em uma temporada.

O termo “fita azul” havia sido cunhado para o caso das embarcações marítimas que fizessem em menor tempo o percurso de travessia do Atlântico Norte, na virada do século XX (exemplo ilustre é o recorde do majestoso navio britânico Queen Mary). Por extensão, “fita azul” passou a se referir a algo de grande qualidade.

No Brasil, poucos clubes adquiriram tal condecoração: além da Portuguesa Santista, pode-se mencionar os casos da Portuguesa de Desportos (1951, 1953, 1954), do Coritiba (1972; a expressão “fita azul” está presente inclusive no hino do Coxa) e do Santa Cruz (1980).

Muitos cortejos acompanharam a partida da Briosa do cais do porto de Santos, no dia 31 de março de 1959. A bordo da embarcação holandesa “Boissevan”, a viagem marítima duraria 13 dias, atracando em terras africanas para excursionar por Moçambique e Angola, então colônias portuguesas na África. Os jogos históricos seriam realizados entre 16 de abril a 28 de maio daquele ano.

A fim de preservar a história e demonstrar o reconhecimento do feito, deve-se citar os indivíduos que levaram a cabo aquela conquista: José de Souza chefiava a delegação; Filipo Nuñes era o técnico; Juvenal Emílio dos Santos, o enfermeiro; Estevan Franceschini, o massagista; além do jornalista Mário Nobre. Os jogadores que realizaram uma das campanhas mais fantásticas de um clube brasileiro no exterior, com quinze vitórias em quinze partidas disputadas, fazendo 75 gols e tomando apenas 10, são: Adelson, Atílio, Bota, Carlito, Chamorro, Gerolino, Gonçalo, Grilo, Guilherme, Jorge, Nenê, Nicola, Nivaldo, Perinho, Pichu, Raul Simões e Valdo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O artilheiro foi Grilo, com 20 gols, seguido por Guilherme, com 18.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



Atracando o navio holandês “Ruys”, em 11 de junho de 1959, retornava às terras da Baixada Santista o time campeão, sendo recepcionado calorosamente por uma multidão na cidade. Os jogadores desfilariam em carro de bombeiro pelas ruas e avenidas de Santos, sendo aclamados como heróis, até chegar no estádio Ulrico Mursa, onde deram a volta olímpica no gramado.

Os dados históricos da “campanha da fita azul” são os seguintes: 5 x 0 Combinado de Moçambique (16/04), 8 x 0 Ferroviária de Lourenço Marques (18/04), 5 x 1 Seleção de Transwaal (19/4), 5 x 0 Desportos de Lourenço Marques (26/04), 4 x 2 Seleção de Lourenço Marques (30/04), 5 x 1 Seleção União Sul-Africana (03/05), 3 x 0 Ferroviário da Beira (09/05), 2 x 0 Seleção da Beira (10/05), 7 x 1 Ferroviário de Angola (16/05), 3 x 0 Combinado de Sá da Bandeira (17/05), 6 x 1 Seleção de Luanda (19/05), 4 x 1 Combinado Benguelã (21/05), 3 x 0 Grupo Desportivo Ambaco (23/05), 6 x 2 Seleção de Huambo  (24/05) e 9 x 1 Combinado de Lourenço Marques (28/05).

No entanto, a partida que entraria para a história da excursão é justamente aquela que não ocorreu. A África do Sul estava no itinerário da viagem da equipe brasileira; no entanto, a delegação da Portuguesa Santista teve que enfrentar um adversário extracampo, qual seja, o regime de segregação racial que vigorava no país. Desde o complicado desembarque dos três atletas negros da Briosa na Cidade do Cabo até a preparação para o jogo, a passagem do time brasileiro acabou por constituir um incidente diplomático entre Brasil e África do Sul.

No dia do jogo, quando a equipe santista, uniformizada, estava pronta nos vestiários para entrar em campo contra um combinado da Cidade do Cabo, um dirigente do futebol local apareceu, informando que os jogadores negros não poderiam participar da partida porque assim determinavam as leis do país. O então Encarregado de Negócios da Legação Brasileira na Cidade do Cabo, Segundo-Secretário Joaquim de Almeida Serra estava no estádio e, prontamente, manifestou-se contra a recomendação, apoiado por todo o elenco. “Ou jogam todos ou ninguém joga!”, dizia ele. E ninguém jogou.

Pela recusa em disputar a partida, o episódio obteve repercussão internacional e ajudou em alguma medida a combater o apartheid no esporte. Joaquim de Almeida Serra, neto do destacado abolicionista homônimo Joaquim Serra, recebeu um telegrama do Itamaraty, informando que Presidente Juscelino Kubitschek elogiava sua atitude. O evento também acabou se transformando em um marco histórico por ter sido a primeira vez em que o Brasil se posicionava publicamente contra aquele regime.

 

 

 

 

 


Fez tanto sucesso no campeonato paulista de 1958 e com o Título da Fita Azul de 1959 que chamou a atenção do Atlas (México), para onde se transferiu em 1960.

 

 

 


Pelo Atlas foi campeão da Copa do México e da Copa Campeón de Campeónes, ambos na temporada 1961/62.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foto= Luiz Fernando Evaristo

 

 

 

 

 

 

 


Foi considerado o "Pelé Branco" em terras mexicanas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foto= Luiz Fernando Evaristo

 

 

 

 

 

Abaixo foto do Atlas de 1962

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foto= Luiz Fernando Evaristo

 

 

 

 

 

Abaixo outra foto do Atlas de 1962, onde Grilo aparece agachado sendo o primeiro da direita para a esquerda.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foto= Luiz Fernando Evaristo

No Atlas, do México, em 1962

Em pé, da esquerda para a direita, o último é Dirceu Careca. Agachado, da esquerda para a direita, o penúltimo é Grilo.

Foto: Walter Peres


Jogou pelo Atlas até 1964, quando voltou ao Água Verde, aonde pensava em abandonar a carreira no clube que o formou.

 

 

 

Aqui Grilo no Água Verde.

 

 

 

 

 

 

 

Foto= Luiz Fernando Evaristo

 

 

 

 

 

 


Disputou o campeonato paranaense de 1965.

 

 

 

 


Não resistiu ao convite da Portuguesa Santista para disputar o campeonato paulista de 1966, e ali sim, encerrou sua carreira como profissional.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Abaixo a Portuguesa Santista de 1967

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foto= Luiz Fernando Evaristo

 

 

 


Depois disso jogou futebol de praia pela equipe do Náutico, de Santos, aonde formava uma dupla com Gigi, que foi muito elogiada por Pelé.

 

Craques da Praia

Na imagem "somente" Pelé e Grilo e vejam quem está ao fundo, simplesmente Orlando Peçanha (centro), Gigi (à direita) e Macedo (à esquerda). Crédito da Foto: Gigi na Rede do site http://www.giginarede.com.br/

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Náutico praiano, que tinha apenas o Rei Pelé de goleiro. Veja a escalação da esquerda para a direta: Em pé - BARLETA, PAULINHO, NETUZZI, PELÉ, PONÃO, NORBERTO, ORLANDO PEÇANHA E MACEDO. Agachados: GIGI, SIGE, TONINHO GUERREIRO, GRILO E SÉRGINHO.

Crédito da Foto: clique em Gigi na Rede

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Náutico praiano santista é uma espécie de Santos da década de 60, de Real Madrid, à época de Di Stefanno. Nesta imagem em preto e branco veja a escalação da poderosa equipe: Em pé - BARLETTA, LUCAS, SIGE, PAULINHO PONÃO, OLAVO, NETUZZI, NILTON E SR.MOREIRA. Agachados: DÉCIO, NORBERTO, GIGI, GRILO E ÁGUAS. Crédito da Foto: clique em Gigi na Rede

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Abaixo Grilo e Lio na Festa da Portuguesa Santista

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foto do jornalista Eduardo Silva, editor do jornal A Tribuna, de Santos.

 

 

 

 

 

 

 

Abaixo Grilo e Lio na Festa da Portuguesa Santista

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foto do jornalista Eduardo Silva, editor do jornal A Tribuna, de Santos.

 

 

 

 

 

 

 

Abaixo Grilo e amigos no dia 24 de janeiro de 2009, no restaurante Último Gole, em Santos (SP), onde o proprietário Orlando Tavares havia convidado Gonçalo e Grilo, ex-jogadores da A.A.Portuguesa Santista .

Estão na foto: em pé - Orlando Tavares e sentados: Gonçalo (esquerda) e Grilo (direita).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Com grande satisfação recebemos informações do Grilo através de sua esposa Digelza Sampaio dos Santos, onde agradeceu nosso trabalho e também veio corrigir alguns equívocos:

 

 

 

 

Olá Sr. Marcelo.

Sou esposa do Grilo e fiquei muito emocionada ao ver a reportagem sobre meu marido em sua coluna na internet.

È muito gratificante saber que há pessoas como o senhor -que valorizam os craques do futebol do passado.

Tambem, após encerrar sua carreira, ele se destacou na área da educação, como professor de educação fisica, sempre muito dedicado e admirado por alunos e companheiros de trabalho.


Se me permite, uma pequena correção.

Newton Gonçalves dos Santos(grilo) faleceu no dia 1 de agosto e havia completado 76 anos de idade no dia 1 de julho passado, mas para mim, ele continua muito vivo em minhas doces lembranças de 54 anos de convivência .


Muito obrigada por não permitir que se esqueçam dele.


Atenciosamente

.
Digelza Sampaio dos Santos.

 

 

Obrigado Dona Digelza!!!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Grilo faleceu em 1 de agosto de 2011, vítima de um acidente vascular cerebral isquêmico (AVC) .

 

Ele havia completado 76 anos no dia 1 de julho, um mês depois veio a falecer. 

 

 

Seu corpo foi cremado no Memorial Necrópole Ecumênica.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Vejam Entrevista com Grillo artilheiro da Fita Azul 1959 Feita pelo www.portuguesasantista.net

publicado por Thort4 no youtube

 

 

 

 

 

 

VENHO AQUI AGRADECER A DONA DIGELZA, ESPOSA DO GRILO ARTILHEIRO DO TROFÉU FITA AZUL DO FUTEBOL BRASILEIRO ATUANDO PELA PORTUGUESA SANTISTA EM 1959. DONA DIGELZA NOS ENVIOU 6 CAMISAS QUE ERAM DO GRILO, 1 DA PORTUGUESA SANTISTA DE 1959, 1 DA COMEMORAÇÃO DOS 50 ANOS DO TÍTULO DA PORTUGUESA SANTISTA, 1 DOS VETERANOS 90 ANOS DA PORTUGUESA SANTISTA, 1 DO ATLAS DO MÉXICO, 1 DO PINHEIROS DE CURITIBA E 1 DO PARANÁ CLUBE.

OBRIGADO PELA GRANDE CONTRIBUIÇÃO AO NOSSO FUTURO MUSEU !!!

E O GRILO SERÁ SEMPRE LEMBRADO EM NOSSO TRABALHO !!!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Publicado por: Marcelo de Paula Dieguez

 

 

 

 


Fonte de Pesquisa:

 

 

Historiador Luiz Fernando Evaristo;

acervo Historiador Marcelo Dieguez;

Fotos arquivo pessoal de Grilo enviadas pela esposa Dona Digelza;

terceirotempo.bol.uol.com.br por Ednilson Valia e Rogério Micheletti;

www.novomilenio.inf.br;

www.falasantos.com.br

portuguesasantista.net;

Entrevista em vídeo de Grilo feita pela portuguesasantista.net

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foto= Luiz Fernando Evaristo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Grilo e sua esposa Digelza

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Grilo e sua esposa Digelza

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Abaixo o filho de Grilo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

E abaixo as filhas de Grilo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

"Grilo, você faz parte da história do futebol, e eu Marcelo Dieguez, O Historiador não vou deixar sua história ser esquecida".

 

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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