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EVARISTO, ex-jogador do Clube de Regatas do Flamengo, Madureira-RJ, Barcelona-Espanha, Real Madrid-Espanha e Seleção Brasileira.

 

 

 

 

Evaristo de Macedo Filho, o Evaristo nasceu no dia 22 de junho de 1934, na cidade do Rio de Janeiro, no bairro do Engenho Novo.

 

 

 

 

 

 

Evaristo começou no Madureira, no ano de 1950.

 

 

Jogando na equipe juvenil do Tricolor Suburbano, foi escolhido para defender o Brasil nas Olimpíadas de Helsinque em 1952.

 

Dirigido por Nílton Cardoso (filho de Gentil Cardoso), o time brasileiro era formado apenas por atletas amadores, tal como mandava o regulamento da competição econtava com jogadores que, mais tarde, chegariam à seleção brasileira como Vavá, Humberto, Zózimo e Paulinho

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Aqui vemos Evaristo agachado, sendo segundo da esquerda para a direita no time do Madureira.

 

Esta foto é de 1951, um ano após a inauguração do Maracanã. Mostra o Madureira com Evaristo de Macedo. Em pé vemos Bitum, Amauri, Weber, Claudionor, Herminio e Valter; agachados estão Betinho, Evaristo de Macedo, Alfredinho, Ocimar e Tampinha

 

 

 

Com 19 anos, foi convocado para a Seleção Brasileira que disputou as Olimpíadas de Helsinque, em 1952, quando ainda atuava pelo juvenil do Madureira.

 

No ano seguinte, começou sua trajetória vitoriosa no Flamengo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ficou cinco anos na Gávea, de 1952 a 1957, o que bastou para se tornar um dos grandes ídolos da história do Mais Querido do Brasil.

 


Em seu primeiro campeonato, conquistou seu primeiro título: o Campeonato Carioca de 1953.

Foram apenas quatro jogos e um gol, do jovem atacante, de 20 anos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Aqui o Time do Flamengo Campeão Estadual de 1953, e vemos Evaristo agachado, sendo o quinto da direita para a esquerda, e ao seu lado vemos Esquerdinha.

Foto= www.flaestatistica.com

 

 

Mas, em 1954, o atacante firmou-se entre os titulares e ganhou o posto de ídolo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Esta já é de 1954, onde vemos a escalação acima.

Foto=www.flaestatistica.com

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foto=www.flaestatistica.com

 


Além de conquistar a torcida feminina por sua beleza, Evaristo se destacava dentro de campo pela sua velocidade, visão de jogo, inteligência na criação de jogadas, e grande capacidade técnica.

 

 

 

 

 

 

 

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Abaixo a foto de todo o time com a faixa do Bi-Campeonato Estadual do Rio de Janeiro 1953/1954.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Abaixo outra foto de 1954 em amistoso Internacional na Hungria.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foto=www.flaestatistica.com

 

O bom futebol mostrado no Flamengo chamou a atenção de Zezé Moreira, técnico da seleção brasileira principal, que o convocou para uma partida contra o Chile, em 1955.

Curiosamente, Evaristo estreou com a camisa da seleção junto com outro jovem: Mané Garrincha.

 

 

Abaixo foto do Flamengo de 1955.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foto=www.flaestatistica.com

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foto=www.flaestatistica.com

 

 

 

 

 

 

 

 

Foto=www.flaestatistica.com

 

Evaristo de Macedo chegou à Gávea ainda jovem, vindo do Madureira, marcou época e muitos gols, 27 deles na conquista do tri.

As finais daquele campeonato foram disputadas apenas no ano seguinte contra o América.

Com um gol de Evaristo, o rubro-negro carioca venceu o primeiro jogo por 1x0.

Na segunda partida uma incrível goleada do América por 5x1 adiou a festa que viria mais tarde no dia 04/04/56 com uma goleada rubro-negra por 4x1.

 

 

 

Aqui um ataque do Flamengo que fez história: Joel, Duca, Evaristo, Dida e Zagallo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mais maduro e com uma participação mais efetiva, o atacante terminou a competição como vice-artilheiro, com 13 gols marcados, e foi um dos destaques da conquista do bicampeonato.

No ano seguinte, já nas graças da Nação, repetiu a dose, marcando mais 13 gols, e sendo fundamental para a conquista do segundo tricampeonato estadual do Flamengo.

Segundo o 'Velho Lobo' Zagallo, que jogou ao lado de Evaristo no Flamengo, "Evaristo era o tipo do jogador que tinha vaga em qualquer time que escolhesse".


No ano de 1956, convocado por Flávio Costa, Evaristo participou da primeira excursão planejada da Confederação Brasileira à Europa.

No ano seguinte, sob o comando de Osvaldo Brandão, foi vice no Sul-americano realizado em Lima, aonde brilhou ao marcar cinco dos nove gols do Brasil sobre a Colômbia (um recorde que se mantém até os dias atuais).

As boas atuações no Sul-Americano chamaram a atenção dos dirigentes do Barcelona que o contrataram ainda no ano de 1957.

Evaristo ainda encontrou tempo para ajudar o Brasil se classificar para a Copa do Mundo da Suécia, eliminando o Perú em duas partidas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foto=www.flaestatistica.com

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Aqui Evaristo com mais um Troféu para o Flamengo no Maracanã.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Aqui Evaristo com Puskas em amistoso do Flamengo contra o Hosted Honved da Hungria, jogo realizado no Maracanã.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Vestindo a camisa do Fla, foram 182 jogos (101 vitórias, 35 empates, 46 derrotas) e 102 gols marcados (Almanaque do Flamengo - Clóvis Martins e Roberto Assaf)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foi também vice-campeão sul-americano, e um dos destaques na campanha do Brasil rumo à Copa de 1958.

Copa que ele acabou não disputando, por ter se transferido para a Europa.

 

 

 

 

 


No Velho Continente, Evaristo conseguiu outra façanha.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foi ídolo tanto no Barcelona como no Real Madrid.

Ficou cinco anos na equipe basca e dois na madrilenha, conquistando cinco Campeonatos Espanhóis (dois pelo Barça e três pelo Real) e três Copas da Uefa (todas pelo Barcelona).

Depois de brigar com o astro do Real, Di Stéfano, o atacante voltou para o Brasil em 1965, quando vestiu a camisa do Flamengo mais uma vez antes de se aposentar e começar a trabalhar como treinador.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

No dia 23 de março de 1957, no Estádio Nacional, em Lima (PER), em partida válida pelo Campeonato Sul-Americano, o Brasil venceu a Colômbia por 9 a 0. Evaristo marcou cinco gols. Pepe, Didi (com dois) e Zizinho completaram o placar (fonte: Seleção Brasileira 90 anos - Antonio Carlos Napoleão e Roberto Assaf).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Astro do Flamengo em 1957, Evaristo era candidatíssimo a ser um dos 22 jogadores convocados para a Copa de 1958, na Suécia.

Integrou o quarteto ofensivo da Seleção até abril de 1957, quando uma transferência mudou totalmente a história.

"Fui vendido aos 24 anos para o Barcelona e nunca mais voltei a vestir a camisa da Seleção Brasileira. Uma pena, uma pena..."

Na Catalunha, recebeu um telefonema às vésperas da convocação final para o Mundial de 1958.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

"Era o coordenador técnico Carlos Nascimento. Ele me disse: ‘Evaristo, vamos dar início aos treinos para a Copa e a comissão técnica deseja que você solicite ao Barcelona a sua liberação’.

Tentei, mas o clube não me liberou. A Espanha não tinha se classificado para o Mundial da Suécia e os clubes de lá resolveram manter o Campeonato Nacional normalmente, sem abrir mão de ninguém."

Quando informou à antiga Confederação Brasileira de Desportos (CBD) a negativa do Barça, Evaristo percebeu a tristeza de Nascimento: "Puxa, rapaz, que pena! O Vicente Feola (técnico) estava ansioso para vê-lo jogar ao lado de um neguinho bom de bola que surgiu lá noSantos".

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



Sem TV

Evaristo ficou curioso, mas a falta de tecnologia o impediu de bisbilhotar a vida alheia.

"Se fosse hoje, com certeza ligaria a TV a cabo ou entraria na internet rapidinho para descobrir de quem ele estava falando. Mas naquela época não tinha nada disso, companheiro!

Continuei a minha vidinha lá no Barcelona, do outro lado do Atlântico, sem saber quem era o tal neguinho chamado Pelé", diverte-se o maior artilheiro brasileiro da história do clube catalão, com 78 gols em 114 partidas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



Autor do primeiro gol da história do Camp Nou, Evaristo não viu Pelé despontar na Seleção por uma questão de meses.

 

 

 

 

 

 

 

 

Sua última partida com a amarelinha foi contra o Peru, em 21 de abril de 1957, no Maracanã, pelas Eliminatórias da Copa.

Exatos 77 dias depois (dois jogos), o garoto saía do banco para substituir Del Vecchio e marcar o único gol verde-amarelo na derrota por 2 a 1 para a Argentina, no mesmo Maracanã, pela Copa Roca.

Enquanto o Brasil via o nascimento de um rei, Evaristo pintava e bordava na Espanha, ao lado de outros craques.

 

 

 

Veja que bela foto de Evaristo com a camisa do Barcelona.

 

 

 

 

 

 

 

 

"Nas minhas passagens por Barcelona e Real Madrid, joguei ao lado de Puskas, Kocsis, Czibor, Gento e Di Stéfano. Todos eram craques, mas nenhum como o Pelé, que eu conheci ao vivo jogando contra ele em 1959", testemunha.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


"Soube que ele existia em 1957, mas só o vi em carne e osso quando o Santos fez uma excursão à Europa e venceu o Barcelona por 5 a 1. Naquele dia, conheci a dupla de ataque mais afinada que já vi jogar: Coutinho e Pelé", reverencia.

 


Apesar do sucesso estrondoso na Europa, Evaristo realizou apenas 13 partidas pela seleção brasileira, com sete vitórias, quatro empates e apenas duas derrotas, marcando oito gols.

Acabou não disputando nenhuma Copa do Mundo já que, na época, não era costume convocar jogadores brasileiros que atuassem no exterior.

 

Ao chegar em terras catalãs, Evaristo via o cenário futebolístico europeu começar a ser dominado pelos madridistas, impulsionados pelos geniais Alfredo di Stéfano e Ferenc Puskás.

Os blaugranas tiveram de investir para formar um time competitivo, capaz de desbancar os merengues do topo.

Ao misturar o faro de gol do artilheiro espanhol Luis Suárez com a genialidade do trio de origem húngara – Ladislao Kubala, Zoltán Czibor e Sándor Kocsis -, sob o comando do argentino Helenio Herrera, a malemolência brasileira de Evaristo foi o encaixe final para o sucesso da esquadra catalã.

Nesse time de craques, era difícil não se consagrar.

E Evaristo destacou seu nome: foram cinco temporadas, onde atuou em 226 partidas e marcou 178 vezes – o que gera a impressionante média de 0.78 gols por jogo com a camisa do Barça.

Esses números dão a Evaristo, até hoje, a alcunha de maior artilheiro brasileiro com a camisa blaugrana, onde jogaram outros grandes fenômenos futebolísticos tupiniquins, como Rivaldo, Ronaldo, Ronaldinho e Romário.

Porém, não se pode considerar Evaristo como o representante maior desta época no Camp Nou.

O galego Luis Suárez saiu do Barcelona para a Inter de Milão – junto com o treinador Helenio Herrera – como o jogador mais caro do futebol e melhor jogador do Mundo em 1960.

Kubala, Czibor e Kocsis fizeram parte, ao lado de Puskás, do fantástico selecionado húngaro que encantou o mundo da bola na Copa de 1954.

Evaristo, apesar de ser um talento nato, um goleador sem pudor das defesas adversárias, era uma parte de um âmbito grandioso, um time espetacular que os culés exaltavam a cada final de semana.

Tudo levava a crer em uma continuidade do sucesso de Evaristo na Catalunha.

Foram dois títulos de La Liga (1958/59 e 59/60), uma Copa do Rei (1958/59) e duas Copas da Uefa (1958 e 1960).

Mas em 1962, os rumos da sua carreira na Espanha mudaram drasticamente.

Aos 29 anos, após rejeitar a proposta de naturalização feita pelo Barcelona, Evaristo desembarcou diretamente no Santiago Bernabéu, chocando os adeptos e reforçando ainda mais o já poderoso time merengue.

No Madrid, Evaristo sagrou-se tricampeão nacional (1962/63, 1963/64 e 1964/65).

Entretanto, não foi determinante a ponto de se considerar fundamental para a conquista.

Em clara decadência física, já que beirava os 30 anos quando chegou ao Real, jogou apenas 17 vezes pelos merengues.

Mesmo assim, marcou 15 gols, mantendo a excelente média de tentos em terras espanholas.

De fato, a importância do pioneirismo de Evaristo no futebol europeu é muito desvalorizada aqui no Brasil.

Atleta em uma época onde as transferências internacionais eram exceção – e não regra, como hoje –, Evaristo fez parte de um grande esquadrão blaugrana e teve êxito no gigante da capital Madrid.

O feito do atacante brasileiro só é comparável com as carreiras do português Luís Figo, do Brasileiro Ronaldo e do dinamarquês Michael Laudrup, craques de exceção que fizeram relativo sucesso entre merengues e culés.

A Espanha respeita Evaristo até hoje de uma forma que os brasileiros não o fazem.

Porém, a defesa disso não é feita de forma justa, já que sempre é criado o mito do astro que duelava com Di Stéfano.

O contexto geral era muito maior que isso, o que não significa uma diminuição da importância do atacante brasileiro.

Só penso ser preciso mudar o enfoque nessa abordagem


E foi na Espanha que Evaristo de Macedo se transformou num fenômeno.

Defendeu o Barcelona de 1957 até 1962, conquistando o bicampeonato espanhol em 1959/60, a Copa do Rey no ano de 1959, além das Copas da UEFA de 1958, 1959 e 1960 (isso na época em que a competição era conhecida como Fair's Cup, ou Taça das Cidades das Feiras).

Ao todo, Evaristo jogou 219 vezes pelo Barcelona e fez 173 gols, sendo destacado como um dos melhores jogadores do clube catalão em todos os tempos.

É até hoje o maior artilheiro brasileiro da história do Barcelona.


No ano de 1962, Evaristo foi contratado por um dos maiores arquirrivais do Barcelona, o Real Madrid.

 

Evaristo no Real Madrid

 

 

 

 

E fez o que poucos conseguiram: também se tornou ídolo da torcida merengue, conquistando o tricampeonato espanhol em 1963/64/65.

Sobre a passagem de Evaristo de Macedo pelo futebol espanhol, Roberto Dinamite, ídolo vascaíno e ex-jogador do Barça, comenta:

 "O torcedor brasileiro não tem idéia de como o Evaristo de Macedo é idolatrado na Espanha. Foi, sem dúvida, um dos maiores jogadores do mundo em todos os tempos", diz Roberto Dinamite, ex-ídolo vascaíno e que teve rápida passagem pelo Barça.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Pela Seleção Brasileira, Evaristo de Macedo não teve muitas chances de jogar.

Atuou em apenas 14 partidas, mas deixou sua marca de grande goleador: fez oito gols.


Na Seleção Brasileira, Evaristo estabeleceu um recorde.

Foi o único jogador a marcar 5 gols em uma única partida pela Seleção.

Meu Jogo Inesquecível: há 50 anos, Evaristo brilhava num Barça x Real

Com lugar de destaque no museu do Camp Nou, ídolo fez gol que selou os 2 a 1 na Liga da Europa, freando hexa de Di Stéfano, Puskas & Cia.

O Superclássico que toma conta da Espanha e atrai as atenções no mundo inteiro escreve nesta segunda-feira mais um capítulo em sua história.

Barcelona e Real Madrid fazem mais um duelo pelo Campeonato Espanhol que promete desfile de jogadas e gols de grandes estrelas.

Há 50 anos e seis dias, pela Liga da Europa - hoje Liga dos Campeões -, o mesmo Camp Nou, local da partida, foi o endereço de um dos momentos mais marcantes no confronto.

Noventa mil pessoas se espremiam - a grande maioria de catalães - no estádio na esperança de ver o Barça eliminar o time da moda pelas oitavas de final.
 
A rivalidade no clássico não era só esportiva, mas também política. A Catalunha contra Madri"


Evaristo


Era enorme a ansiedade. A rivalidade entre Barça e Real ficou mais aguçada após a Guerra Civil Espanhola.

O Real sempre representou a realeza, o poder centralizador do ditador Francisco Franco, simpático ao clube.

O Barça, a cultura e o desejo de liberdade do perseguido povo catalão, que sonhava ver terminada ali a hegemonia do pentacampeão europeu e praticamente imbatível time merengue.

Com Di Stéfano, Puskas, Gento, Del Sol e Canário, o time da capital espanhola parecia uma seleção.

Mas naquele dia, viveu a amargura da derrota.

Os catalães foram para as ruas e jamais esqueceram do grande herói: o brasileiro Evaristo de Macedo, autor do segundo gol da vitória por 2 a 1.

Em outro dia, na casa de Evaristo, o telefone tocou. A ligação era de Barcelona.

Um dos maiores ídolos do clube catalão, com lugar de destaque no museu do Camp Nou, confessa que foi pego de surpresa. Não recordava da passagem dos 50 anos da partida, que tem importância enorme em sua carreira.

O golaço de peixinho, segundo do Barça na partida, foi fundamental para a vitória.

Depois, o time até perdeu a final da Liga da Europa para o Benfica de Eusébio.

Mas o jogo com o maior rival se tornou inesquecível para o ex-atacante e ex-treinador, hoje com 77 anos, e os torcedores do Azul-Grená.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Evaristo de Macedo, com a camisa do Barcelona, marca um gol contra seu futuro clube; o Real Madrid.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Vicente não alcança a bola, e Evaristo dá o peixinho para marcar o gol decisivo contra o poderoso Real Madrid de Di Stéfano e Puskas. Os jornais destacaram o lance e a eliminação dos merengues (Foto: Reprodução)

- Uma rádio lá da Catalunha me ligou. Era para falar sobre esse gol e uma goleada de 8 a 0 que demos, o Barcelona a repetiu na última semana... Fiz partidas marcantes por lá. Teve uma em que marquei três gols no Real Madrid.

Mas essa da Liga da Europa, pelo que representava... Foi uma alegria muito grande naquele dia na cidade. Quando o Barça ganha do Madrid, é uma euforia.

Eliminá-los foi uma loucura. A rivalidade não era só esportiva, mas também política. A Catalunha contra Madri. Mas nós, jogadores, não nos envolvíamos com isso.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Evaristo vibra com o gol que impediu o hexa do Real
(Foto: Reprodução / Site Oficial do Barcelona)


A maior dificuldade, segundo Evaristo, nem foi pela rivalidade política, mas pela força do grande rival na época. Se o Santos brilhou com o bicampeonato da Libertadores e do Mundial Interclubes, o Real mandava na Europa.


Quando o Barça ganha do Madrid, é uma festa. Eliminá-los foi uma loucura"


Evaristo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


- O time deles era pentacampeão europeu e jogava pelo hexa. Uma hegemonia muito grande. Era muito difícil vencê-los. Nosso time ganhou estimulado pela torcida. Felizmente, fui muito bem no lance do gol. Tem um filme dele lá no museu. Não tinha TV passando na época.

Evaristo recebeu também uma cópia do lance, que guarda com carinho. A imagem não é de qualidade boa. Mas dá para rever sempre a velocidade do ex-atacante na jogada, que começou num escanteio cobrado por Kubala para Olivella, pelo lado direito.

- O Olivella, nosso lateral, dominou e bateu na bola, mas não era um cruzamento. Foi um chute-centro. Vi que não ia dar tempo de chegar na corrida para bater com o pé. São aquelas coisas de um segundo... Resovi ir pelo ar, o Vicente, o goleiro deles, não conseguiu alcançá-la. Um lance muito difícil de se repetir. A precisão na velocidade e no arremate. O gol foi importante porque a partida estava 1 a 0 para nós e muito dura. Deu-nos mais tranquilidade.


Partida tensa

O jogo no Camp Nou já havia começado tenso. No confronto de ida, no Santiago Bernabéu, em Madri, houve empate por 2 a 2. Favorito, o Real teria de vencer no tempo normal para evitar uma prorrogação. Mas acabou surpreendido aos 33 minutos. Em cruzamento do húngaro Kubala, Vergés abriu o placar.
Na segunda etapa, Evaristo ampliou aos 36. O brasileiro Canário diminuiu aos 41 e tornou a partida dramática no fim. Mas o Barça conseguiu a vitória. Eliminados pela primeira vez na Liga da Europa, os merengues reclamam até hoje de três gols que teriam sido mal anulados. Em um, inclusive, o árbitro inglês Leafe marcou falta de Canário, que sofrera pênalti antes de marcar.

- Não teve erro de arbitragem. Futebol é isso mesmo, tem discussão. Muitos alegam que a arbitragem nos favoreceu, mas não vi assim não. Merecemos a vitória. Eles reclamam de um lance, mas, se empatassem a partida, ainda haveria prorrogação. Tivemos motivos para comemorar. O Real tinha um timaço. O Di Stéfano vinha de trás. O Puskas ficava mais próximo da área, e batia muito bem. Não errava o gol. O Gento era muito rápido...

A euforia em Barcelona foi intensa após a vitória que eliminou o grande rival. Segundo Evaristo, houve um grande jantar para a diretoria e os conselheiros. O time avançou na competição e foi à final, contra o Benfica de Eusébio. Mas aí, o clube português levou a melhor, venceu por 3 a 2 e ficou com a taça. O brasileiro lamenta até hoje um lance no fim do jogo no qual a bola bateu na trave.

 

 

 

Pouco depois, em 1962, o ex-atacante, revelado no Madureira e consagrado no Flamengo, estava do lado merengue. Com a camisa do Real, Mesmo assim, não deixou de ser ídolo para os catalães.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


- Tive de sair do Barcelona porque o clube queria que eu me naturalizasse espanhol, e eu não. O Madrid me ofereceu um contrato sem essa obrigação.

Mas, infelizmente, uma lesão no joelho me atrapalhou lá, apesar de que tive boas atuações - afirmou Evaristo, muito mais ligado ao clube catalão, onde foi campeão da Copa do Rei em 1959 e espanhol em 1959 e 1960.

Na equipe merengue, foi tri espanhol, em 1963, 64 e 65 antes de voltar ao Flamengo para ser campeão carioca também em 1965.


Com 14 partidas e oito gols pela Seleção Brasileira, o ex-jogador e técnico, que deixou de ir ao Mundial na Suécia, em 1958, por ter se transferido para o exterior, viveu bons momentos também no Rubro-Negro, onde foi tricampeão carioca em 1953-54-55.

Lembra da partida que garantiu o bicampeonato, contra o Vasco, Depois, no ano seguinte, os três jogos emocionantes contra o América.

- No primeiro jogo, na vitória por 1 a 0, o gol foi meu.

Nos 5 a 1 para eles, ficamos com um a menos.

Mas devolvemos depois, nos 4 a 1, placar que nos deu o tricampeonato. Foi também muito marcante - afirmou o ex-jogador.


Depois como técnico, Evaristo foi campeão brasileiro pelo Bahia (1988) e da Copa do Brasil pelo Grêmio (1997), além de conquistar titulos regionais pelo Tricolor gaúcho, o baiano e o Santa Cruz, entre outros.

Mas o auge, reconhece, foi jogando pelo Barça.

E hoje, quando ligar a TV para assistir ao Superclássico, vai lembrar certamente dos melhores momentos que viveu no Camp Nou. Especialmente aquele, em 23 de novembro de 1960.
barcelona 2 x 1 real madrid


Ramallets, Olivella, Garay, Gracia e Verges; Segarra e Kubala; Evaristo, Kocsis, Suarez e Villaverde.

Vicente, Marquitos, Santamaría, Pachin e Vidal; Zárraga e Canário; Del Sol, Di Stéfano, Puskas e Gento

Técnico: Enrique Orizaola

Técnico: Miguel Muñoz

Gols: no primeiro tempo, Vergés, aos 33 minutos. No segundo, Evaristo, aos 36, e Canário, aos 41

Cartões amarelos: não havia na época

Local: Estádio Camp Nou, Barcelona, Espanha. Data: 23 de novembro de 1960. Competição: Liga da Europa (Liga dos Campeões). Público: 90 mil pessoas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Time do Cruzeiro durante o Torneio de Filgueiras, na Espanha, em 1960.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O time da casa, o Filgueiras, que foi derrotado pelo Cruzeiro, jogou reforçado por quatro grandes jogadores brasileiros que atuavam na Espanha e aparecem na foto Joel, Didi, Evaristo de Macedo e Vavá.

 

 

 

No ano de 1965, voltou para o futebol brasileiro e foi campeão carioca pelo Flamengo ficando no clube até 1967 quando encerrou a carreira.

Histórico

Anos

Time

1950-1952

Madureira

1953-1957

Flamengo

1957-1962

Barcelona

1962-1964

Real Madrid

1964-1966

Flamengo

Títulos

Pelo Flamengo

  • Campeonato Carioca: 1953, 1954 e 1955
  • Troféu Almana Idrotts Klubben: 1957
  • Troféu Ponto Frio: 1957

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Por Outros Clubes

Barcelona

  • Campeonato Espanhol: 1959 e 1960
  • Copa da UEFA: 1958, 1959 e 1960

Real Madrid

  • Campeonato Espanhol:; 1963, 1964 e 1965

Estatísticas Flamengo

Ano

Jogos

Gols Marcados

Assistências

Cartão Amarelo

Cartão Vermelho

1953

19

5

-

-

-

1954

46

24

-

-

-

1955

42

35

-

-

-

1956

41

23

-

-

-

1957

7

12

-

-

-

1964

4

0

-

-

-

1965

21

3

-

-

-

1966

11

1

-

-

-

Total

191

103

-

-

-


Honrarias pessoais: Maior artilheiro brasileiro do Barcelona (78 gols);

Único brasileiro a fazer cinco gols em um mesmo jogo pela seleção (9x0 Colômbia em 1957).

 

Como treinador

Ao menos enquanto durou sua carreira de jogador, o único clube brasileiro que desfrutava de uma ligação incondicional com Evaristo foi o Flamengo.


Evaristo começou a sua carreira de técnico no America em 1967, onde foi campeão do Torneio Internacional Negrão de Lima, de onde saiu para o Fluminense em 1968.


Como técnico, ele dirigiu outras importantes equipes do futebol brasileiro.

No entanto, esta história mudou quando o agora treinador aceitou o convite para morar em Salvador e assumir o comando do scratch do Bahia no ano de 1970.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sua história com o clube baiano solidificou-se com o tempo, mesmo porque, já na sua estréia frente ao time, Evaristo conseguiu conquistar o Campeonato Baiano de 1970, em 1971 viria o bicampeonato.


No ano de 1972 o treinador se transferiria para outro clube tradicional nordestino, o Santa Cruz do Recife.

Daquele ano até 1980, Evaristo se alternaria entre Bahia e Santa, conquistando nada menos do que sete estaduais em dez anos.


Após se afastar por cinco anos do futebol, Evaristo de Macedo voltaria em 1985 para treinar o América RJ.

Seu ótimo trabalho o credenciou a treinar a Seleção Brasileira de Futebol que disputaria as Eliminatórias da Copa do Mundo de 1986 no México.

Contudo, as atuações do time não foram convincentes e Evaristo acabou sendo substituido pelo mestre Telê Santana.

Aquele fato, no entanto, não impediria o ex-jogador de participar da Copa do México.

Macedo foi contratado para treinar a Seleção do Iraque no certame.


Em 1988 voltaria ao Brasil, para treinar mais uma vez o Bahia.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Daquela vez, o ex rubro-negro entraria de vez para a história do clube baiano.

Depois de faturar pela quarta vez um Campeonato Baiano, Evaristo conduziu o time ao então inédito e heróico Campeonato Brasileiro de 1988.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


No Bahia, em 1988, ele viveu seu melhor momento treinador.

Ele dirigiu o time que foi campeão brasileiro. A equipe-base do Tricolor baiano tinha: Ronaldo; Tarantini, João Marcelo, Claudir e Paulo Róbson; Paulo Rodrigues, Gil, Bobô e Zé Carlos; Charles e Marquinhos.

 

Abaixo Evaristo com a Taça de Campeão Brasileiro do Bahia.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Depois disso, assumiu Fluminense, Cruzeiro, Grêmio e até a Seleção do Qatar, até tornar a casa, qual um filho pródigo.

Era o ano de 1993 e o Flamengo que havia se tornado pentacampeão brasileiro no ano anterior, já não mais contava com o maestro Júnior, além disso, seu sucessor Jair Pereira havia concedido apenas um terceiro lugar ao time no Campeonato Carioca.

No entanto, apesar dos esforços do conceituado treinador, o Mais Querido do Brasil não conseguia bons resultados e assim, Evaristo foi preterido do cargo depois de apenas 24 partidas.


Dando continuidade a sua carreira, Evaristo ainda passaria por diversos outros clubes brasileiros.

Em 1997 ganhou a Copa do Brasil pelo Grêmio, vencendo o Flamengo na final.

E em 1998 conquistou mais um Campeonato Baiano pelo Bahia.

Ainda naquele ano, porém, Evaristo de Macedo voltaria a Gávea para substituir Toninho Barroso.


Na sua segunda passagem como treinador do Fla, ficou por 26 partidas com 13 vitórias, 5 empates e 8 derrotas, a última delas para o Cruzeiro em uma partida amistosa.

Deixou o time em Fevereiro de 1999 sob o comando de Carlinhos, que assumiu o time e o conduziu para o histórico tricampeonato carioca consolidado em 2001.


Em 1999 assumiu o Corinthians.

No ano de 2000 voltou mais uma vez pro Bahia, onde conquistou seus últimos títulos como treinador: O sexto campeonato baiano e a Copa do Nordeste de 2001.


Em 2002 voltaria pela última vez a treinar o Flamengo.

Ficou até o final do Campeonato Carioca de 2003 quando foi eliminado pelo Fluminense numa histórica goleada.

Ainda depois daquela partida, se desentendeu seriamente com o goleiro Júlio César e ainda no vestiário pediu demissão.


Voltaria mais uma vez ao Bahia, também treinaria o Vitória, mas abandonou a carreira de treinador mesmo comandando o Santa Cruz no ano de 2007.

Estatísticas

Ano

Jogos

Vitórias

Empates

Derrotas

Aproveitamento

1993

24

07

09

08

41,67%

1998

18

10

03

05

61,11%

1999

08

03

02

03

45,83%

2002

18

07

03

08

44,44%

2003

15

09

02

04

64,44%

Total

83

36

19

28

51%

Títulos

Por outros clubes

Bahia

  • Campeonato Baiano: 1970, 1971, 1973, 1988, 1998, 2001
  • Campeonato Brasileiro: 1988
  • Copa do Nordeste: 2001

Santa Cruz

  • Campeonato Pernambucano: 1972, 1978, 1979, 1980

Grêmio

  • Campeonato Gaúcho: 1990
  • Copa do Brasil: 1997

Seleção do Qatar

  • Copa Golfo Pérsico: 1992

 

 

 

Abaixo matéria de Evaristo diretamente do site do Barcelona em inglês:

EVARISTO DE MACEDO

Evaristo de Macedo (Río de Janeiro, Brazil, 1933) was one of the best foreign signings Barça ever made, and was an outstanding goalscorer.
He was brought to Barcelona by then technical secretary Josep Samitier, who felt he has discovered somebody exceptional. And he was not wrong, for the Brazilian managed to score no fewer than 0.8 goals a game.
A natural athlete, he was the typically silky skilled Brazilian with a deadly instinct in front of goal and a terrific shot with either foot, a powerful head and the kind of speed and courage that made him an ever-present in the Barça first team for five years, teaming up to perfection with Eulogio Martínez.

His most historic moment was the goal he scored with the sole of his foot on November 23, 1960, to knock Real Madrid out of the European Cup for the very first time. Paradoxically, in 1962 he left FC Barcelona after refusing to be nationalised as a Spaniard and joined Real Madrid.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

THE NUMBERS

- Seasons with the club: 1957-62
- Matches played: 226
- Goals: 178
- Titles:
2 Fairs Cups
(1955/58 and 58/60)
2 Leagues (1958/59 and 59/60)
1 Spanish Cup (1958/59)

was one of the driving forces behind the project, and the Camp Nou was eventually inaugurated on September 24, 1957. The new stadium could hold 90,000 spectators, including 49,000 club members, and was the new stage for a team that was promising big things after winning the 1957 Cup final at Montjuïc.

The league championships in 1958-59 and 1959-60 and the Fairs Cup wins in 1957-1958 and 1959-60 were due in no small measure to the presence of legendary coach Helenio Herrera, who had a host of talented players at his command, including Kocsis, Czibor, Evaristo, Kubala, Eulogio Martínez, Suárez, Villaverde, Olivella, Gensana, Segarra, Gràcia, Vergés and Tejada.

 

Abaixo matéria de Evaristo em espanhol direto do site de Barcelona:


Por muy bueno que sea el disparo, necesita la aportación del portero para contribuir a la estética de la jugada.

Para la historia quedó la fotografía de dos jugadores en posición horizontal, a un metro de suelo, casi cabeza contra cabeza, y ambos a la desesperada búsqueda del balón: uno intentaba alejarlo de la escena, y el otro alojarlo en la portería.

Eran Vicente Traín y Evaristo de Macedo, en un Barcelona-Real Madrid de la Copa de Europa de principios de los sesenta.

En aquella ocasión fue gol. El otro día, en el Francia-Italia de la Eurocopa, tuvimos ocasión de recrearnos en otra jugada de ésas en las que parecen ponerse de acuerdo portero y delantero para homenajear al fútbol: Karim Benzema envió un envenenado balón de rosca junto al palo izquierdo de la portería italiana.   

Cuando parecía que el balón llegaba al ansiado destino, llegó volando desde la derecha Gianluigi Buffon con los brazos estirados y logró tocar el balón con la punta de su guante izquierdo para enviarlo a córner.

“Otra vez será”, parecía decirle con la mirada Buffon a Benzema. Aunque contrariado por el resultado de la jugada, seguro que en Benzema ha quedado algo de orgullo por haber contribuido a hacer de este deporte algo bello. 


Anos Clubes Jogos (gols)


1950–1952 Madureira  00?0000(?)
1953–1957 Flamengo   160000(99)
1957–1962 Barcelona   114000(78)
1962–1965 Real Madrid  017000(15)
1965–1967  Flamengo   0310000(4)

1955–1957 Seleção Brasileira  14 (8)



 

 

Vejam abaixo matérias com Evaristo enviadas e autorizadas a publicar pelo amigo José Roitberg - jornalista e historiador - Editorah Menorah & Planeta FLA

 

 

Menorah na TV 2011-05-27 EVARISTO DE MACEDO

 

 

 

 

 

 

IV Encontro Planeta FLA | Vice-Presidente de Futebol - Evaristo de Macedo publicado por Planeta FLA

 

 

 

 

 

 

 

EVARISTO DE MACEDO - CONHEÇA SUAS PROPOSTAS COMO VICE DE FUTEBOL publicado por Planeta FLA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Publicado por: Marcelo de Paula Dieguez

 

 

 

 

 

 


Fonte de Pesquisa:

Entrevista de Evaristo de Macedo por telefone para Marcelo Dieguez;

www.esfutbol.es/docs/La-belleza-es-cosa-de-dos-49.html ;

www.blaugranas.com/evaristo-fotos_del_f_c_barcelona-igfpo-1419098.htm#av;

www.flamengo.com.br;

reliquiasdofutebol.blogspot.com/2009_07_26_archive.html;

www.fcbarcelona.com/web/english/club/historia/jugadors_de_llegenda/evaristo.html;

Terceirotempo.ig.com.br;

quatrotiempos.blogspot.com/2010/11/jogadores-historicos-evaristo-de-macedo.html;
 
globoesporte.globo.com/futebol/futebol-internacional/futebol-espanhol/noticia/2010/11/meu-jogo-inesquecivel-ha-50-anos-evaristo-brilhava-num-barca-x-real.html;

www.mg.superesportes.com.br/app/noticias/pele-70-anos/2010/10/21/noticia_pele_70_anos,168152/a-frustracao-de-evaristo-de-macedo.shtml;

fernandoamaralfc.blogspot.com/2010/04/evaristo-de-macedo-com-camisa-do.html;

globoesporte.globo.com/futebol/futebol-internacional/futebol-espanhol/noticia/2010/11/meu-jogo-inesquecivel-ha-50-anos-evaristo-brilhava-num-barca-x-real.html;

flamengo-futebol.com;

matérias com Evaristo enviadas e autorizadas a publicar pelo amigo José Roitberg - jornalista e historiador - Editorah Menorah & Planeta FLA

 

 

 

 

 

Evaristo ao lado de Assis, e ele vestindo sua camisa Retrô do ano de 1955 o segundo Tricampeonato Carioca do Flamengo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Evaristo autografa camisa de um torcedor, e ele vestindo sua camisa Retrô do ano de 1955 o segundo Tricampeonato Carioca do Flamengo.

 

 

 

 

 

 

 

Aqui Evaristo na entrada do vestiário do Flamengo na Gávea.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Abaixo Marcelo Dieguez e Evaristo após a entrevista exclusiva em julho de 2015 no Rio de Janeiro

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Abaixo Marcelo Dieguez e Evaristo após a entrevista exclusiva em julho de 2015 no Rio de Janeiro

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Abaixo entrevista exclusiva com Evaristo de Macedo em julho de 2015 no Rio de Janeiro

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Abaixo Marcelo Dieguez e Evaristo após a entrevista exclusiva em julho de 2015 no Rio de Janeiro

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

"Evaristo, você faz parte da história do futebol, e eu seu amigo Marcelo Dieguez, O Historiador não vou deixar sua história ser esquecida".

 

 

 

Um abraço de seu amigo Marcelo de Paula Dieguez.

 

 

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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